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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Recorte, meados de agosto

Não vou poetizar o que sinto quando não sinto. Talvez eu não sinta mais do que o hoje, porque meus sonhos já não lhe alcançam lá longe. E alta, cansei de subir num frio incerto. Eu rio aqui embaixo, de preguiça, deitada no chão, aos pés da minha própria poída ambição. Fui refém da prática, e sempre refém do que sinto. E o que é que sinto? Se não tem poesia...