Apenas sobreviva as perguntas e deixe as respostas para depois. Não me entedie dizendo o quanto a gente não pode, mas mostre-me o que consegue. Vai, não há porque não apoiar-se em mim, desde que prometa-me não pular fora da gangorra - não aguentaria cair se não fosse em seus braços. Estou me perdendo, cada vez mais, perdidamente alguma coisa por você. E essa sua teimosia? Minha vontade é força, não se engane.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
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Um comentário:
Às vezes eu sinceramente não sei o que comentar aqui. õ.O
Só sei que eu definitivamente amo os seus textos, essa sua subjetividade meio direta (se é que isso existe) é intrigante. Eu gosto do jeito que você escreve. Você é uma garotinha sagaz. ;)
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