Tenho a sensação de que tudo o que eu escrever agora pode, de alguma forma, rasurar o meu futuro. Ainda vejo as coisas nubladas, desfocadas. Prefiro imaginar tudo como uma tempestade passageira, como aquela chuva que lava a cidade da poluição e deixa o céu cinza por alguns dias. Esses são os meus dias cinzas.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
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