Infantilmente cobri minha cabeça com o cobertor acreditando que de alguma forma você e o mundo todo pudesse desaparecer ali, para mim. Acreditando que, magicamente e só porque eu queria, tudo aquilo que eu estava sentindo fosse embora por algum tempo. E que de um jeito simples fosse eu que controlasse. Mas eu não controlava porra nenhuma e ainda doía muito. Ainda dava para sentir sua falta. Ainda dava para sentir o medo, o frio, a raiva... Ah, que raiva!
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
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