Escrevi uma carta com folha pautada e caneta azul; você não vai ler. Pode deixar que quando der na telha amasso o seu papel na minha vida. Das fotos reveladas já te rasguei, do meu estômago te vomitei. Estou com preguiça de te conquistar, custa surpresas demais e criatividade. Não percebe que está tudo tão atrasado e previsível? Já li dezenas de vezes sinopses feito você. Seus passos já me alcançaram viciados, seus planos foram decorados. Vê se emposta a sua voz quando vier me dizer que não dá, senão fica difícil de te escutar. Só pra te avisar, teimosia não tem cura e eu sou muito doente.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
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