Nem tente medir o ódio que eu tenho pelo seu sorrisinho sem graça. Eu quero mais é que você perca os seus dentes e feche a boca de vergonha, pode aprisionar suas promessas de plástico. Você ainda me deve tanto! Vai que eu resolvo te cobrar? Não, eu não conto com isso, levo como lucro no caso de te perder. Sabe a luz da tarde que esquenta os lábios para nossos beijos calorosos? Não gosto dela. Prefiro a neve sobre o seu coração, ela me pede de blusa de frio, me mantém ocupada. Por que você não arrisca logo de uma vez? Bem agora que eu estou com sorte. Faço a morte chegar para o seu medo num segundo, só me faça o favor de deixar a porta descantracada.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
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