Eu posso falar do egoísmo, e de como ele estragou você. Não sei direito o que sobrou da gente, nem ao certo o que ainda se salvou no meio de tanta coisa que apodreceu. Suas mãos conseguiram rasgar a imagem tão bonita que eu tinha feito de você. Juro, não quero te perder. Mas você parece que faz questão de se perder sozinho, de se perder daquilo que costumávamos ser. Tenho medo de não conseguir mais aguentar, de não conseguir mais te segurar. Você anda muito pesado, muito pesado...
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário