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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Quando deixa de importar

E a sensação é essa de sair de um ônibus alguns pontos antes, e andar no meio de pessoas sentindo a solidão dando os seus mesmos passos. E sentir a garoa molhando aos poucos a camiseta, os cabelos, e a meia encharcada pela poça; não importa. Atravessar a rua no último segundo e sentir uma ponta de perigo, passar sem reparar os lugares para não cumprimentar as lembranças. Ah, eu sei que eu tenho um plano b escondido por aqui em algum lugar...

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