Chegou em seu quarto e chorou tudo o que guardava a seco dentro do peito. E sufocava, e virou água, e deixou que escorressem os dias. As bolhas levaram todo o seu fôlego para a superfície, quando então, acabou por se afogar. E a dor não morre por falta de ar.
terça-feira, 24 de julho de 2012
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