Que vergonha, a maldita torcia para que ele tivesse a mesma sensação de falta que ela. Seu corpo pedia mais um pouco de velocidade artificial. Procurava nos assuntos proibidos uma maneira de construir sua armadilha. Eram com cutucões e alfinetadas de indiretas que pretendia pendê-lo para a tentação. Ela não havia se cansado, muito menos sentido o perigo soprar sua nuca, ainda era apenas um calafrio usual de dias gelados. Mais um cigarro, pensou, acendendo mais um cigarro teria tempo suficiente para atravessar o espaço que separava os pensamentos dela para os dele. Ele tinha que ganhar no silêncio a cura de um mal psicológico, antes que o psicológico se tornasse físico. Essas idéias que ela carrega são os inimigos. Esqueça-as, que vergonha!
domingo, 1 de junho de 2008
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2 comentários:
Eu gostei do seu blog! Seus textos são gostosos de ler. :)
- /cheap_chips
- batatasbaratas.blogspot.com
Wow, amei o seu comentário! *-*
Que bom que você gostou do meu jeito meio direto, às vezes as pessoas se intimidam com isso.
Eu gostei do seu jeito meio descritivo. Eu gosto de descrição, mas é difícil trabalhar com isso.
Já disse, e vou dizer de novo, os seus textos são deliciosos de ler. : )
Beijo!
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